Bem Vindos!!!!!

Bem vindos queridos amigos e leitores! não reparem muito pois o Blog é novo e agora que me adentrei neste mundo tão virtual quanto a nossa propria realidade.
Criei este Blog amador com finalidade e objetivo de discutir principalmente o Jornalismo nosso de cada dia, todos os percausos e maravilhas desta profissão tão apaixonante.
Mas não se impressionem se forem abordados temas que fogem um pouco o tema Jornalismo.
No mais sejam bem vindos e lembrem-se:

"Se você é capaz de sonhar, é capaz de fazer."

Uma ótima leitura!
Até mais!

Josimar Melo


quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Jornalista - Profissão Perigo

Em 2010, mais de cem jornalistas foram mortos no mundo; 35 na América Latina


Lutar pela liberdade de expressão se torna uma tarefa cada vez mais árdua em no nosso continente.

A profissão "Jornalista" muito desvalorizada em relação à remuneração salarial e intelectual, visto que no Brasil o diploma nem é exigência, e qualquer pessoa "acha" que pode realizar tal função, mostra que exercer este cargo em um continente cheio de revoluções e principalmente ditaduras é correr risco de morte, pois bem, trabalhar com a investigação da informação e manter os cidadãos cientes de seus deveres e direitos nunca foi prioridade das classes dominantes nos mais diversos continentes e a valorização da luta pela formação intelectual dos povos cedeu espaço para formas mais simples de entretenimento disfarçadas de "Jornalismo".

Singela homenagem do blog a verdadeiros Jornalistas empenhados na verdadeira luta profissional.

Jornalista Mário Alves
O jornalista fundou em 1968 o Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), dirigiu os jornais Novos Rumos e Voz Operária, e foi preso pelo militares duas vezes - em junho de 1964 e janeiro de 1970. Na última prisão, foi levado ao DOI/ Codi e, depois, transferido para o quartel do Exército na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, onde morreu após intensa sessão de tortura. Seu corpo nunca foi encontrado.

Jornalista Tim Lopes
Tim Lopes foi até a favela Vila Cruzeiro, no bairro do Complexo do Alemão, subúrbio do Rio de Janeiro, com uma microcâmera escondida. Ele havia recebido uma denúncia dos moradores da favela de que no baile acontecia a exploração sexual de adolescentes e a venda de drogas. Iria verificar também a informação de que os traficantes construíram um parque infantil numa via de acesso à comunidade, para dificultar a ação da polícia, e que desfilavam armados de fuzis.

Segundo testemunhas, a morte de Tim Lopes foi definida pelo traficante Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, um dos líderes do grupo criminoso Comando Vermelho, que dominava o Complexo do Alemão. As investigações indicam que participaram do crime outros nove traficantes de sua quadrilha. Antes da execução, os traficantes fizeram uma espécie de julgamento para decidir sobre a morte do jornalista. Ele foi torturado antes de morrer, com golpes de katana. Seu corpo teria sido esquartejado antes de ser queimado - método popularmente chamado como "microondas", usado para ocultar o cadáver e o crime - na localidade da Grota.

Fonte: Wikipédia
Jornalista Verônica Guerin
Começou tardiamente na profissão, depois dos 30 anos, e gostava do jornalismo investigativo. Exemplo de determinação e coragem, sua vontade incessante por justiça fez com que pagasse com a vida a investigação a fundo sobre a máfia e o tráfico de drogas em Dublin, capital da Irlanda, durante a década de 1990. Denunciou também a ligação que alguns dos mais importantes gângsteres tinham com o IRA. Sofreu um atentado e chegou a ser espancada por um dos maiores mafiosos da cidade.
Depois do seu assassinato, a população da Irlanda se revoltou e foi às ruas fazer protestos, e os barões do tráfico tiveram seus bens confiscados e foram presos. Um ano depois do acontecido, os crimes caíram em mais de 50% na Irlanda.
Veronica Guerin é considerada uma heroína na Irlanda.
Fonte: Wikipédia
Homenagem: Resumo do filme o Custo da Coragem : No Blog Josimar Melo

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Horário Eleitoral Gratuito? Você sabe quanto você paga por ele?



Sempre tive a dúvida por que estas singelas aparições de personagens na TV de quatro em quatro anos denomina-se “Horário Eleitoral Gratuito”, e com a curiosidade jornalística de sempre fui fazer uma despretensiosa pesquisa.

Pois bem, acabei por me deparar com uma verdade que todos sabemos, que de gratuita a propaganda só tem o nome, e como a famosa Lei de Murphy diz "Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará". O horário político que muitos dizem hoje em dia ser motivo de diversão e muitas risadas custa a isenção de R$ 851 milhões em impostos, que é uma forma do governo compensar as perdas das empresas de comunicação, dando o benefício da renúncia fiscal, já que as emissoras deixam de receber de anunciantes para veicularem a propaganda.

Ou seja.......

A Receita Federal "compra" o horário das emissoras e por conseqüência os cidadãos brasileiros “pagam” pela propaganda eleitoral “Gratuita”. Não vejo mal nenhum em pagar para se informar sobre algo de relevância na sociedade, principalmente no que diz respeito ao futuro de seu Estado e seus país, mas ter direito a essas informações não seria por obrigação ser “gratuita” ?

Esta chamada isenção aos veículos de comunicação, rádio e televisão, está acima do que é investido no PROUNI - Programa Universidade Para Todos que possui um orçamento estimado em R$ 502,8 milhões.

Pois bem seria um bom investimento se tudo que não víssemos fosse um amontoado de promessas que sabemos não sairão do discurso. Mas o que vale hoje em dia é a mais pura diversão de uma alienação disfarçada de entretenimento.



Fazendo uma conta é como se cada brasileiro pagasse R$ 4,44 pela horário, pouco né, multiplique por 191,5 milhões de brasileiros.




Em mensagens no Twitter e no Facebook postei:

@JosimarMelo Agora fiquei na dúvida de qual comédia assistir, Two and Half Man na Warner ou o horário politico ?

E a jornalista Roberta Gomes me respondeu @betagomes “Depende do quanto queres sorrir... muito ou mais ou menos? rsrsrs Tô brincando.” E respondi novamente “No seriado eu rio do começo ao fim, no Horário Político eu rio no começo, fico com raiva no meio e sei que sempre seremos lesados no fim”

Mas depois de saber que na verdade nós é que pagamos para aqueles singelos personagens brincarem durante alguns minutos na TV vejo que quem acaba fazendo graça não são eles.

Sei que vou parecer o chato. Mas Horário Político é realmente engraçado tenho que concordar com a maioria, mas quem são os palhaços no final? $$$$$$$$ #ficaadúvida #pensenisso




Agenda Cultural
Saiba quando fugir do “Horário Eleitoral Gratuito”

terça-feira, 10 de agosto de 2010

"Você se percebe manipulado?"Os Principais Presidenciáveis nossos de cada dia

Particularmente sempre confessei não gostar de política, mas fechar os olhos para o segmento que rege nosso país é concordar com o analfabetismo simplório que se arrasta pelo nosso país.

O Jornal Nacional da Rebe Globo, iniciou uma série de entrevistas com quem eles mesmos adjetivam de "Os três principais presidenciáveis" vejo que a discussão poderia ser um pouco mais abrangente e com mais candidatos, visto que os ditos candidatos menores tem influência direta na decisão de uma eleição, e que por mais que não sejam muito abordados suas ideias e planejamentos apresentam rumos interessantes em alguns segmentos da organização e estrutura administrativa do país.

Mas tudo depende de como se apresentar a população e principalmente para mídia, que sempre foi decisiva não só nos principais momentos do período eleitoral, mas no antes, durante e depois dos embates. Indiscutivelmente a imagem de um candidato é construída pelo seu relacionamento com os principais veículos de comunicação. Juridicamente os meios de comunicação não podem apresentar juízo de valor sobre candidato A ou B, pois as redes de mídia possuem concessão pública e por lei devem apenas relatar os fatos para que a população desenvolva seu senso critico.

Não precisamos ser necessariamente Jornalistas, Relações Públicas ou Publicitários para percebem que tudo isso desde seus primórdios já nasceu como um grande show.

Destaco o trabalho monográfico que realizei ao lado da Jornalista Rafaela Mota com o tema "Os Padrões de Manipulação da Mídia" para enfatizar não só o poder que a mídia exerce sobre a construção do senso critico das pessoas, mas mostrar como eles realizam esta manipulação sem ao menos percebermos que somos induzidos a agir e pensar de determinadas formas.

Veja alguns dos padrões de manipulação abordados no trabalho: 1. Padrão de Ocultação
2. Padrão de Fragmentação 3. Padrão da Inversão 3.1 - Inversão da relevância dos aspectos:3.2.- Inversão da forma pelo conteúdo:3.3 - Inversão da versão pelo fato:Inversão da Opinião pela Informação 4. Padrão da Indução.

A pergunta é "Você se percebe manipulado?"

Baixe aqui. Por Josimar Melo e Rafaela Lima: Monografia: Os Padrões de Manipulação da Mídia: Uma análise da veiculação de notícias nos jornais O Estado do Maranhão e Jornal Pequeno na candidatura e eleição do senador José Sarney à presidência do Senado

Segue abaixo a primeira entrevista da candidata Dilma Rousself - PT.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Dia do Capoeirista

Arte marcial, cultura, dança e ferramenta de libertação. No dia 3 de agosto comemora-se o Dia do Capoeirista.



Com origens africanas A história da capoeira começa no século XVI como um instrumento de resistência e física e cultural dos escravos. Os descendentes de escravos brasileiros aperfeiçoaram e transformaram singelos passos de dança na primeira arte marcial genuinamente brasileira.

Instituído pela Lei nº 4.649 do dia 7 de agosto de 1985, o dia 3 de agosto tornou-se oficialmente o Dia do Capoeirista. Historicamente marginalizada na sociedade brasileira a Capoeira no período republicano era considerada ato de criminalização, e seus praticantes eram considerados “desordeiros e contraventores da Lei” onde era proibida com pena de detenção qualquer manifestação que remetesse a arte dos escravos.

Em 1953, Manoel dos Reis Machado, o Mestre Bimba, se apresentou para o Presidente Getúlio Vargas, e este declarou a Capoeira como único esporte verdadeiramente nacional.

Atualmente presente em mais de 150 países a prática da capoeira vem crescendo principalmente fora do Brasil, valorização esta que remete ao forte apelo cultural e importância na formação histórico social do Brasil.

Depois de uma ampla pesquisa realizada entre os anos de 2006 e 2007 no dia 15 de julho de 2008 a Capoeira foi tombada como Patrimônio Imaterial Brasileiro pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

A capoeira compõe vários componentes culturais do Brasil, o que lhe proporciona riqueza artística, musical e dinâmica; um enorme potencial evolutivo e finalmente, uma gama intensa de aplicações esportivas, coreográficas, terapêuticas e pedagógicas, que abrange desde a sonoridade das cantigas as artes marciais e a defesa pessoal.

Por Josimar Melo- Jornalista e Capoeirista

quinta-feira, 8 de abril de 2010

ASSESSOR E JORNALISTA: “UMA DELICADA RELAÇÃO”

O mercado da comunicação abrange um leque variado de profissões, a figura do jornalista atuando somente como repórter ou apresentador de telejornais figura somente como umas das ramificações dos comunicólogos. As empresas adotam cada vez mais em seus quadros, profissionais especializados na área comunicacional como estrategistas e administradores da imagem e do conteúdo a ser repassado a sociedade sobre as atividades e ramo de atuação das empresas.

O denominado “Assessor de Comunicação” para desempenhar sua função de maneira mais precisa, necessita primordialmente da formação e dos conhecimentos adquiridos no ambiente acadêmico. Os comunicólogos habilitados em jornalismo ou relações públicas obtêm em suas graduações ensinamentos adequados para tratarem e planejarem as práticas de comunicação dentro das empresas, buscando assim o desenvolvimento institucional. Direcionando este artigo a atuação do jornalista como assessor de comunicação, o mesmo atua como repórter, profissional de marketing e administrador em seu ambiente de trabalho. A atuação de repórter abrange a produção e arte de transformar acontecimentos institucionais em fatos noticiosos a serem divulgados nos veículos de comunicação. Como profissional de marketing o assessor trabalha na análise das campanhas internas e externas visando atingir de maneira positiva seu público alvo. E como administrador e gestor o comunicólogo planeja e observa o cenário em que se encontra a instituição com foco direcionado no desenvolvimento e crescimento institucional.

O compromisso de relatar e divulgar a verdade dos fatos firma a base da comunicação e do jornalismo, e o repasse dessas informações de maneira profissional e ética fideliza a empresa e o assessor de comunicação, perante o público e aos demais profissionais na grande mídia.

O preconceito dos jornalistas em relação a atividade de assessoria de comunicação inicia-se com o primeiro assessor de comunicação, o jornalista Ivy Lee. Deixando de atuar como jornalista de redação, Ivy Lee, fundou o que seria o primeiro escritório de relações públicas e passou se dedicar a cuidar da imagem do milionário Jonh Rockfeller. Assim como Ivy Lee em sua nova carreira, os assessores de comunicação atuais são vistos somente como divulgadores de mensagens positivos acerca da empresa em que trabalham. Muitos repórteres não consideram assessores de comunicação como jornalistas, pois acham que os assessores limitam o trabalho dos repórteres na cobertura do que seria verídico e de utilidade a opinião pública, mas o pré-conceito não pode ser fundamentado no desconhecimento do que é noticia. Segundo Gil, (2001, p.73), a análise do processo de comunicação "deixa claro que a comunicação vai além do simples ato de informar. Requer sintonia com o interlocutor e também o esclarecimento por parte deste acerca dos efeitos produzidos pela mensagem" assim o assessor deve estar ciente dos efeitos a serem produzidos pela informação, matéria, nota ou reportagem repassada à grande imprensa.

A atuação do comunicador no setor de assessoria de comunicação não o descredencia como jornalista, mas o prepara na qualidade de administrador e gestor de comunicação. Os assessores mantêm contato direto com os diretores e presidentes da instituição principalmente para estar ciente das decisões e planejar como essas informações irão chegar ao público. Por questões culturais os administradores possuem certo medo de falar com a imprensa, essa situação transforma o assessor em fonte, por costume e conhecimento sobre trabalho de construção da mídia.

Relato Pessoal

Ainda como estagiário presenciei situações que o assessor de comunicação enfrenta diariamente, saber lidar com os egos de seus assessorados é um desafio a ser trabalhado a médio e longo prazo. Em uma reportagem solicitada por uma emissora de TV local foi pedido se teríamos uma pauta sobre alimentação saudável, como um dos pilares da instituição que trabalho envolve saúde e estava sendo realizado um curso de aproveitamento integral de alimentos, pensei nesta ocasião como uma ótima oportunidade para divulgar de foram positiva o conteúdo e as ações da instituição.

No decorrer da matéria repórter fez todas as entrevistas de maneira bem simples, mas de primordial importância para a matéria, quando uma das diretoras da empresa me indagou sobre a importância dela aparecer na reportagem. Seguindo todas as orientações expliquei que no momento o teor da matéria estava focada no conteúdo e não na figura de uma pessoa em si, e que sua exposição deixaria subentendido que seria uma publicidade e não um trabalho jornalístico, mas insistente a diretora queria aparecer e a repórter foi bem clara que a exposição de um diretor não era de interesse no momento. Como cita Luciano Milhomem, (2003, p. 317) que o fato de obter o cargo de diretor de uma grande instituição não o credencia como notícia nem o fará ser um entrevistado de páginas amarelas.

Este exercício diário de tratamento com o assessorado e o jornalista exige inclusive conhecimento de psicologia, pois o assessor e contratado em um primeiro momento sobre a responsabilidade de divulgar e fazer com que seu contratante apareça na mídia. O trabalho de veiculação na imprensa deve ser esclarecido logo em um primeiro momento aos diretores e presidentes institucionais pois primordialmente o conteúdo e as atividades da empresa geram matérias e informes ao público e transformar e convencer os veículos de comunicação que aquele fato institucional é noticioso é tarefa do assessor.

Por muitas vezes ocorre do assessor ser a fonte de informações sobre temas relacionados a instituição que trabalha sem necessariamente a imagem da empresa aparecer. Como assessor de comunicação de instituições educacional fui consultado para encaminhar informações a veículos de mídia impressa que não possuem jornalistas com domínio em assuntos pedagógicos. Com tema relacionado a importância da escola no relacionamento de namoro entre alunos foi me dado um prazo de envio de informações até o fechamento do caderno D+, do jornal O Imparcial, ao invés de somente reenviar as informações transformei em matéria jornalista ao editor sendo assim publicada na integra no periódico.

Os conhecimentos da produção e da reportagem e da linguagem jornalística foram o primeiro passo da parceria que em momentos posteriores foram solicitados novamente. Daí a importância de um bom relacionamento com os profissionais da imprensa. O relacionamento entre o assessor de comunicação e os jornalistas abrange dois lados de uma mesma situação. O interesse do assessor está centrado na divulgação da imagem positiva de seu cliente e o jornalista necessita do rápido fluxo de informação para fechar (Dead Line) em tempo hábil seu material. Assim como declara Graça Caldas (2003, p. 310) os jornalistas esperam que o assessor apresente soluções para os problemas apresentados, e que aja como um facilitador, interlocutor e mediador nas relações com a instituição e as fontes.

As assessorias devem estar sempre dispostas a atender as solicitações da mídia, pois o resultado final transparece a construção de um trabalho que se inicia com perspectivas centradas em resultados favoráveis tanto para o assessorado quanto para a imprensa.

ASSESSOR E JORNALISTA: “UMA DELICADA RELAÇÃO”

RESUMO

Este artigo discute a importância do trabalho do assessor de comunicação como organizador e interlocutor das informações institucionais entre a empresa e a mídia, ressaltando a visão do comunicólogo como produtor e administrador do conteúdo empresarial a ser divulgado na grande mídia. Em dois relatos pessoais são retratados o cotidiano do assessor de comunicação no desempenho de suas tarefas como orientador de seus clientes em reportagens telemídiaticas e atendimento a mídia impresa. E por fim é discutido o relacionamento entre os assessores e os jornalistas no desempenho de suas funções profissionais.

Palavras – Chave: assessor de comunicação – instituição – mídia.

REFERÊNCIAS

DUARTE, Jorge (org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica. Brasília: Atlas, 2003.

GIL, Antônio Carlos. Gestão de pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, 2001.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Atitude Ética

Conceituar ou qualificar a conduta ética dos indivíduos de uma sociedade torna-se um desafio frente as mais variadas decisões a serem tomadas atualmente.

Ser ético configura agir correta e honestamente em determinadas situações visando sempre o bem comum ao invés do individual. Quando trazemos essa discussão para a nossa realidade nos deparamos com pontos de vistas adversos a respeito do “Como agir”.

Primeiramente daremos como exemplo as decisões políticas em cenário nacional. As chamadas votações de emendas e aprovações de leis ocorrem como um tipo de eleição no Senado e Câmara Federal. Cada deputado ou senador vota de acordo ou a favor de um determinado projeto, um exemplo fictício: a aprovação de leis trabalhistas encontra-se em votação, supostamente um político é proprietário de várias empresas e a aprovação desta lei em questão seria um encargo financeiro muito a mais para suas empresas, mas ajudaria e teria contribuição positiva na vida de seus funcionários. O político em questão vota contra a aprovação deixando de beneficiar milhares de trabalhadores de todo país, do seu ponto de vista o político foi ético, pois, estava pensando em si e no futuro de suas empresas, mas no ponto de vista do bem comum deixou a ética de lado visando apenas o lucro.

Já quando trazemos para a vida pessoal dentro das empresas, em busca de uma tão sonhada promoção se passa a prejudicar, criticar e deturpar o trabalho de um companheiro de profissão para subir de cargo. Atitudes éticas são deixadas de lado em prol de subir nas funções e principalmente no status perante a sociedade.

Ser ético está além do individualismo encontrado na busca desenfreada dos objetivos pessoais. Atitudes corretas nas mais variadas situações dependem de uma visão geral direcionada ao bem comum ao invés de ganhos e status temporários. Portanto antes de se julgar atitudes antiéticas de terceiros deve-se observar primeiramente as suas próprias ações tomadas no dia a dia podem se comparar ao que tanto se critica.