Bem Vindos!!!!!

Bem vindos queridos amigos e leitores! não reparem muito pois o Blog é novo e agora que me adentrei neste mundo tão virtual quanto a nossa propria realidade.
Criei este Blog amador com finalidade e objetivo de discutir principalmente o Jornalismo nosso de cada dia, todos os percausos e maravilhas desta profissão tão apaixonante.
Mas não se impressionem se forem abordados temas que fogem um pouco o tema Jornalismo.
No mais sejam bem vindos e lembrem-se:

"Se você é capaz de sonhar, é capaz de fazer."

Uma ótima leitura!
Até mais!

Josimar Melo


sexta-feira, 31 de julho de 2009

São Luís, cidade das oportunidades ?










De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Getulio Vargas São Luís é a 45º cidade brasileira a gerar oportunidades de empregos. vc concorda?.

De acordo com a pesquisa coordenada pelo professor Moisés Balassiano, a região nordeste do Brasil é movida pelo consumismo e o aumento de renda das classes mais baixas estimulou o varejo.

Entenda a pesquisa: Polos econômicos e cidades médias geram oportunidades e tiram profissionais qualificados das capitais

Qual a sua opinião sobre a 45º Cidade Brasileira em oportunidades?




quinta-feira, 25 de junho de 2009

Jornalista por Formação: Resposta ao correto

Companheiros de profissão me identifico com todos que lutaram e sacrificaram seus convívios com familias e amigos para praticar o que achamos correto, nos qualificarmos para exercer a profissão que tanto admiramos. Trabalhei duro na área comercial até fazer a difícil escolha de estagiar, vivi e vivo experiências satisfatórias e gratificantes no decorrer da profissão que escolhi. Durante minha caminhada percebi que se não unisse meus conhecimentos adquiridos na faculdade à vida pratica não desenvolveria um trabalho de qualidade.

Teoria e pratica unidas a ética e a moral construída a partir dos conhecimentos acadêmicos fazem com que verdadeiros profissionais se desenvolvam diariamente, agradeço a Deus pelas madrugadas de estudo, pelos conselhos dos meus professores e pela experiências conversadas com meus verdadeiros amigos de faculdade e profissão.

Agradeço a Deus por tudo, pois sei que aprendi muito mais que muitos que se acham acima da LEI e do bom senso.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Vida de Jornalista

Talvez a profissão de jornalista seja uma das mais importantes ocupadas por um cidadão. Influenciar, informar e sempre estar por dentro de tudo que acontece na sociedade traz nas mãos dos comunicólogos um poder que nem menos os comunicadores se dão conta.

Trabalhar com jornalismo fica cada vez mais empolgante e apaixonante no decorrer de uma carreira. Com o passar do tempo você deseja sempre estar envolvido nas pautas, nas assessorias, nas reportagens, quando se começa não se quer mais parar. Conseqüências com as escolhas que fazemos sempre existirão e trabalhar com aquilo que se gosta está entre os maiores prazeres não só profissionais, mas pessoais também. Observando relatos de jornalistas mais experientes vejo que a organização e a gestão deve se passar da vida profissional para a pessoal caso contrário ela se tornará quase inexistente.

Recebi de um amigo que trabalha com comunicação “Os 13 mandamentos do Jornalista” e diferente do código de ética dos jornalistas, observo que estes mandamentos são detalhadamente seguidos sem ao menos percebermos. E com a criticidade de sempre explanarei sobre estes 13 mandamentos.

Os 13 Mandamentos Do Jornalista

1-não terás vida pessoal, familiar ou sentimental

· Levante a mão o jornalista que nunca abdicou dos momentos com familiares, das tardes aconchegantes com seu grande amor ou uma saída descontraída com os amigos para jogar conversa fora.


2-não verás teu filho crescer

· Bem ainda não tenho filhos, mas às vezes fico imaginando que com essa rotina de jornalista dar a atenção necessária e que tanto gostaria a um filho ficaria um pouco difícil.


3-não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga

· Feriado imagino logo, dias que surgem grandes reportagens, histórias de vida surpreendentes. Fim de semana, grandes acontecimentos, shows, peças resumindo ótima oportunidade para grandes reportagens....Ops! acabou o feriado e o fim de semana.


4-terás gastrite, se tiveres sorte.se fores como os demais terás úlcera

· Escreva uma matéria agora quem nunca viu ou trabalhou com um jornalista estressado, sem paciência e apressado com tudo.


5-a pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in Box

· Confesso que um tempinho para o lanche comendo somente besteiras em frente ao computador sempre arrajamos. E confesso que até já almocei na frente do PC para finalizar um trabalho.


6- teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos

· Confesso que sempre tive cabelo branco, mas não sou do tipo que vai colorir os cabelos para disfarçar a idade assim como vejo alguns colunistas sociais fazendo. E careca espero não ficar tão cedo.


7-tua sanidade mental será posta em cheque antes que complete 5 anos de trabalho

· Sinceramente percebo que minha intitulada “sanidade” é colocada em cheque todos os dias, e olha que sou ainda um estagiário. Jornalistas por natureza possuem um parafuso solto na cabeça. Cinco anos é uma metáfora vamos diminuir para 1 ano, sem contar estágios. Uma semana em uma redação de jornal, e 20 minutos em uma produção de telejornal.


8-dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.

· Dormir significa descanso, segundo um jornalista amigo meu até que se organizando dá para dormir umas 6 horas por dia. De acordo com pesquisas médicas 8 horas é o ideal, mas o que são duas horas a mais no nosso colchão em um dia de frio ou ao lado de quem se ama... ops! hora de levantar e ir trabalhar.


9-trabalho será seu assunto preferido, talvez o único.

· Uma das vantagens da nossa profissão, se falamos de trabalho falamos da sociedade, da vida, de política, do mundo e escutamos bem pouco.


10-a máquina de café será sua melhor colega de trabalho.

· Tomava café somente pela manhã, tradição conservada desde criança. Mas quando comecei a trabalhar com assessoria não recuso um cafezinho pela tarde, acompanhado de uns salgadinhos nem se fala.

11- terás sonhos com entrevistados e não é raro, resolverás problemas de trabalho neste período

· Não levar trabalho para casa sempre foi um dos meus exercícios mentais mais poderosos, quando ponho meu pé fora da instituição que estou trabalhando minha mente se volta para outros assuntos. Trabalhando com assessoria de imprensa e cuidar da imagem das instituições que presto serviço estão minando aos poucos minhas defesas mentais.


12-exibirás olheiras como troféus de guerra

· Sempre tive olheiras então não consigo me observar como referencia. Mas já reparei que além do stress da rotina e de um dia inteiro de trabalho as noites de alguns comunicólogos teem ficado cada vez mais curtas, jornalista que não é boêmio ou que não gosta de uma boa balada está ficando mais raro que vermos uma nota de R$100 por mais de 0,30 segundos


13-e o pior...inexplicavelmente gostarás de tudo isso.

· Não tem como negar somos apaixonados pela nossa profissão, e mesmo se optarmos por outra ocupação seja advocacia, medicina, nunca conseguimos deixar de pensar no amor que temos pela comunicação e se nos perguntarem, sempre respondemos o jornalismo faz parte de nós.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Saudades do que ainda tenho


Uma das coisas mais importantes da vida e que sempre valorizo são as verdadeiras amizades. Quando escolhemos uma profissão várias coisas passam por nossa cabeça, remuneração, status, satisfação do dever cumprido, mas nunca paramos para pensar nas pessoas que conhecemos nas situações que passamos e nas convivências que levamos.

Passei pelos primeiros períodos da faculdade um pouco acanhado, vendo profissionais e futuros comunicadores já demonstrando seus talentos logo de cara. Foi um baque para mim, percebo agora que estes primeiros períodos me fizeram aprender bastante.

Nos períodos conseguintes foi adquirindo e desenvolvido o senso critico que vejo que deve ser primordial a todo jornalista, quando passamos atender a produção, a veiculação e a divulgação das noticias em todos os meios de comunicação, começamos a observar e analisar a mídia de uma forma diferente da que víamos antes. Nunca mais assisti um telejornal, ouvi um programa de rádio ou li um impresso da mesma maneira que há quatro anos.

Dentro da faculdade fiz amizades, parceiros e verdadeiros companheiros, começo sempre nos lugares por onde passo somente observando o ambiente e as pessoas que freqüentam o dito lugar. No inicio do curso uma das primeiras pessoas que chamou minha atenção foi uma jovem cheia de estilo, maquiagem forte nos olhos, passei quase três anos para ter um contato com ela. Hoje vejo que se tivéssemos nos falado antes teríamos muito que conversar e o que brincar, não somente pela coincidência dos signos somos muito parecidos nas brincadeiras e nas ditas mulekagens do dia a dia, inclusive tive a oportunidade de trabalhar ao seu lado e foi uma época muito divertida e gratificante da minha vida e os conselhos dados um ao outro em virtude dos problemas do coração nos aproximaram ainda mais. Quase não tinha contato com essa menina, hoje juntos somos uma dupla sem igual. Saudade de você Alê.

Meu próximo companheiro me faz lembrar um passado não muito distante, em que eu era um cara calado, na minha, sempre gostava de brincadeiras, mas sempre fui muito quieto. A inteligência às vezes não é observada em pessoas que são introvertidas e esse meu companheiro me mostrou o contrário, dono de uma imaginação criativa e sempre muito critico em tudo que acontece na sociedade. Um dos primeiros que procuro para contar o que está acontecendo na minha vida profissional e pessoal, ele figura entre as pessoas mais inteligentes que conheço e que tenho orgulho de chamar de amigo. Meu grande companheiro Mauricio.

Minha companheira de monografia, uma verdadeira batalhadora dona de um pique que deixaria qualquer competidor de triátlon com inveja. Tradutora, professora, assessora de imprensa, toma conta de um monte de estudantes estrangeiros adolescentes, universitária, mas, sobretudo minha amiga. As brincadeiras tomam contam de nossas conversas, mas sempre discutimos sobre o andamento de nossas vidas. Tanto no pessoal como no profissional não quero que ela saia da minha vida nunca. Te admiro e vejo um futuro grandioso para você minha irmãzinha Rafaela.

Por ultimo, mas não menos importante, um parceiro para todas as horas. Somos muito parecidos em diversos assuntos e agimos igualmente em determinadas situações. Nos percalços da vida sempre achamos alguém que passou por algo parecido e que está sempre disposto a ajudar e dar conselhos e pelas coincidências do cotidiano sempre pedimos orientações para aquelas pessoas que sempre estão com a mão estendida para ajudar e ouvir tudo aquilo que passamos. Este é meu irmão Paulo de Tarso Jr.

Há muito tempo estou guardando um sentimento em meu coração, percebo que não tenho o poder de parar o tempo ou fazer o relógio andar para trás, o curso na faculdade que muito me instruiu está chegando ao fim, adoro estar no meio universitário entre as discussões da nossa profissão, mas amo ainda mais estar ao lado de pessoas que me fazem crescer em todos os sentidos.

Ter saudade antes mesmo de acabar algo é um sentimento novo que nunca senti até agora, lembro dos períodos da faculdade como as séries do colégio, pensava que aquilo tudo duraria para sempre, mas crescemos e encarar a vida faz parte das nossas responsabilidades, as amizades que adquiri me tornaram a pessoa que sou hoje, somos o reflexo daquilo que vivemos e tenho orgulho de ter crescido ao lado de pessoas tão talentosas e inesquecíveis.

Sempre carrego comigo a frase que diz “Se você é capaz de sonhar é capaz de fazer” sonhei em seguir uma carreira e luto para fazer este sonho realidade, mas o que não pude esperar que acontecesse mudou minha vida para melhor, conheci verdadeiro amigos. Acreditem nos seus sonhos, pois estes mesmos sonhos lhe trazem surpresas maravilhosas proporcionando algo inesperado, acredite aconteceu comigo.

A faculdade passa, as amizades ficam. A distância não separa o que é verdadeiro, mas mesmo antes da distância chegar a sinto saudade do que ainda tenho.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Discurso de Barack Obama! A esperança não somente de um povo, mas de uma nação Mundial




Meus co-cidadãos: estou aqui na frente de vocês me sentindo humilde pela tarefa que está diante de nós, grato pela confiança que depositaram em mim e ciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço ao presidente Bush por seu serviço à nação, assim como também pela generosidade e cooperação que ele demonstrou durante esta transição.

Quarenta e quatro americanos já fizeram o juramento presidencial. As palavras já foram pronunciadas durante marés crescentes de prosperidade e nas águas tranqüilas da paz. Ainda assim, com muita freqüência o juramento é pronunciado em meio a nuvens que se aproximam e tempestades ferozes. Nesses momentos, a América seguiu em frente não apenas devido à habilidade e visão daqueles em posição de poder, mas porque Nós, o Povo, continuamos fiéis aos ideais de nossos fundadores e aos documentos de nossa fundação.

Tem sido assim. E assim deve ser com esta geração de americanos.

Que estamos no meio de uma crise agora já se sabe muito bem. Nossa nação está em guerra contra uma extensa rede de ódio e violência. Nossa economia está muito enfraquecida, uma conseqüência da ganância e irresponsabilidade por parte de alguns, mas também de nossa falha coletiva em fazer escolhas difíceis e em preparar a nação para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos cortados; empresas fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham demais; e cada dia traz mais provas de que a maneira como utilizamos energia fortalece nossos adversários e ameaça nosso planeta.

Esses são os indicadores da crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profunda é a erosão da confiança em todo nosso país – um medo persistente de que o declínio da América seja inevitável e de que a próxima geração tenha que baixar suas expectativas.

Hoje, eu digo a você que os desafios que enfrentamos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão encarados com facilidade ou num curto período de tempo. Mas saiba disso, América – eles serão encarados.

Neste dia, nos reunimos porque escolhemos a esperança no lugar do medo, a unidade de propósito em vez do conflito e da discórdia.



Neste dia, nós viemos proclamar um fim aos conflitos mesquinhos e falsas promessas, às recriminações e dogmas desgastados que por muito tempo estrangularam nossa política.

Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras da Escritura, chegou a época de deixar de lado essas coisas infantis. Chegou a hora de reafirmar nosso espírito de resistência para escolher nossa melhor história; para levar adiante o dom preciso, a nobre idéia passada de geração em geração: a promessa divina de que todos são iguais, todos livres e todos merecem buscar o máximo de felicidade.



Ao reafirmar a grandeza de nossa nação, compreendemos que a grandeza nunca é dada. Ela deve ser conquistada. Nossa jornada nunca foi feita por meio de atalhos ou nos contentando com menos. Não foi um caminho para os de coração fraco – para aqueles que preferem o lazer ao trabalho, ou que buscam apenas os prazeres da riqueza e da fama. Em vez disso, foram aqueles que se arriscam, que fazem, que criam coisas – alguns celebrados mas com muito mais freqüência homens e mulheres obscuros em seu trabalho, que nos levaram ao longo do tortuoso caminho em direção à prosperidade e à liberdade.



Foi por nós que eles empacotaram suas poucas posses materiais e viajaram pelos oceanos em busca de uma nova vida.

Foi por nós que eles trabalharam nas fábricas precárias e colonizaram o Oeste; suportaram chicotadas e araram terra dura.

Foi por nós que eles lutaram e morreram em lugares como Concord e Gettysburg; Normandia e Khe Sahn.

Muitas e muitas vezes esses homens e mulheres se esforçaram e se sacrificaram e trabalharam até que suas mãos ficassem arrebentadas para que nós pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram a América como sendo algo maior do que a soma de nossas ambições individuais; maior do que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou facção.



Esta é uma jornada que continuamos hoje. Nós ainda somos a mais próspera e poderosa nação da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando esta crise começou. Nossas mentes não são menos inventivas, nossos produtos e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade permanece inalterada. Mas nossa época de proteger patentes, de proteger interesses limitados e de adiar decisões desagradáveis – essa época com certeza já passou. A partir de hoje, temos de nos levantar, sacudir a poeira e começar de novo o trabalho para refazer a América.



Porque, em todo lugar que olhamos, há trabalho a ser feito. O estado da economia pede ação ousada e rápida, e nós iremos agir – não apenas para criar novos empregos, mas para estabelecer uma nova fundação para o crescimento. Iremos construir as estradas e as pontes, as linhas elétricas e digitais que alimentam nosso comércio e nos unem. Iremos restaurar a ciência a seu lugar de direito e utilizaremos as maravilhas tecnológicas para melhorar a qualidade da saúde e diminuir seus custos. Nós iremos utilizar a energia do sol e dos ventos e do solo para impulsionar nossos carros e fábricas. E iremos transformar nossas escolas e faculdades para que eles estejam à altura dos requisitos da nova era. Nós podemos fazer tudo isso. E nós faremos tudo isso.



Agora, existem algumas pessoas que questionam a escala de nossas ambições – que sugerem que nosso sistema não pode tolerar muitos planos grandiosos. A memória dessas pessoas é curta. Porque eles esquecem do que este país já fez; do que homens e mulheres livres pode conquistar quando a imaginação se une por um propósito comum e a necessidade se junta à coragem.



O que os cínicos não compreendem é que o contexto mudou totalmente – que os argumentos políticos arcaicos que nos consumiram por tanto tempo já não se aplicam. A questão que lançamos hoje não é se nosso governo é grande ou pequeno demais, mas se ele funciona – se ele ajuda famílias a encontrar trabalho por um salário justo, seguro-saúde que possam pagar, uma aposentadoria digna. Se a resposta for sim, iremos adiante. Se for não, programas acabarão. E aqueles dentre nós que gerenciam o dólar público serão cobrados – para que gastem de forma inteligente, consertem maus hábitos e façam seus negócios à luz do dia – porque só então conseguirmos restabelecer a confiança vital entre as pessoas e seu governo.



Nem a questão diante de nós é se o mercado é uma força positiva ou negativa. Seu poder para gerar riqueza e expandir a liberdade não tem paralelo, mas esta crise nos lembrou de que, sem um olho vigilante, o mercado pode perder o controle – e a nação não pode mais prosperar quando favorece apenas os prósperos. O sucesso de nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho de nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance de nossa prosperidade; em nossa habilidade de estender a oportunidade a todos os corações que estiverem dispostos – não por caridade, mas porque esta é a rota mais certa para o bem comum.



Quanto à nossa defesa comum, nós rejeitamos como falsa a escolha entre nossa segurança e nossos ideais. Os Fundadores de Nossa Nação, que encararam perigos que mal podemos imaginar, esboçaram um documento para assegurar o governo pela lei e os direitos dos homens, expandidos pelo sangue das gerações. Esses ideais ainda iluminam o mundo, e nós não desistiremos deles por conveniência. Assim, para todos os outros povos e governos que estão assistindo hoje, da maior das capitais à pequena vila onde meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de cada nação e de todo homem, mulher e criança que procura um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez.



Lembrem-se de que gerações que nos antecederam enfrentaram o fascismo e o comunismo, não apenas com mísseis e tanques, mas com alianças robustas e convicções duradouras. Eles compreendiam que o poder sozinho não pode nos proteger e nem nos dá o direito de fazer o que quisermos. Em vez disso, eles sabiam que nosso poder cresce pro meio de sua utilização prudente; nossa segurança emana da justiça de nossa causa, da força do nosso exemplo, das qualidades temperantes da humildade e do auto-controle.



Somos os guardiões desse legado. Mais uma vez, guiados por esses princípios, podemos encarar essas novas ameaças, que exigem esforços ainda maiores – ainda mais cooperação e compreensão entre nações. Nós começaremos a deixar o Iraque para seu povo de forma responsável e forjaremos uma paz conquistada arduamente no Afeganistão. Com velhos amigos e ex-inimigos, trabalharemos incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear e afastar a ameaça de um planeta cada vez mais quente. Nós não iremos nos desculpar por nosso estilo devido, nem iremos vacilar em sua defesa, e para aqueles que buscam aperfeiçoar sua pontaria induzindo terror e matando inocentes, dizemos a vocês agora que nosso espírito não pode ser quebrado; vocês não podem durar mais do que nós, e nós iremos derrotá-los.



Porque nós sabemos que nossa herança multirracial é uma força, não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus – e de pessoas que não possuem crenças. Nós somos moldados por todas as línguas e culturas, trazidas de todos os confins da terra; e porque já experimentamos o gosto amargo da Guerra Civil e da segregação e emergimos desse capítulo sombrio mais fortes e mais unidos, não podemos evitar de acreditar que os velhos ódios um dia irão passar; que as linhas que dividem tribos em breve irão se dissolver; que, conforme o mundo fica menor, nossa humanidade em comum irá se revelar; e que a América deve desempenhar seu papel nos conduzir a essa nova era de paz.


Para o mundo muçulmano, nós buscamos uma nova forma de evoluir, baseada em interesses e respeito mútuos. Àqueles líderes ao redor do mundo que buscam semear o conflito ou culpar o Ocidente pelos males da sociedade – saibam que seus povos irão julgá-los pelo que podem construir, não pelo que podem destruir. Àqueles que se agarram ao poder pela corrupção, pela falsidade, silenciando os que discordam deles, saibam que vocês estão no lado errado da história; mas nós estenderemos uma mão se estiverem dispostos a abrir seus punhos.

Às pessoas das nações pobres, nós juramos trabalhar a seu lado para fazer com que suas fazendas floresçam e para deixar que fluam águas limpas; para nutrir corpos esfomeados e alimentar mentes famintas. E, para aqueles cujas nações, como a nossa, desfrutam de relativa abundância, dizemos que não podemos mais tolerar a indiferença ao sofrimento fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem nos importar com o efeito disso. Porque o mundo mudou, e nós temos de mudar com ele.

Enquanto pensamos a respeito da estrada que agora se estende diante de nós, nos lembramos com humilde gratidão dos bravos americanos que, neste exato momento, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos contar hoje, do mesmo modo que os heróis que tombaram em Arlington sussurram através dos tempos. Nós os honramos não apenas porque são os guardiões de nossa liberdade, mas porque eles personificam o espírito de servir a outros; uma disposição para encontrar um significado em algo maior do que eles mesmos. E ainda assim, neste momento – um momento que irá definir nossa geração – é exatamente esse espírito que deve estar presente em todos nós.

Por mais que um governo possa e deva fazer, é em última análise na fé e na determinação do povo americano que esta nação confia. É a bondade de acolher um estranho quando as represas arrebentam, o desprendimento de trabalhadores que preferem diminuir suas horas de trabalho a ver um amigo perder o emprego que nos assistem em nossas horas mais sombrias. É a coragem de um bombeiro para invadir uma escadaria cheia de fumaça, mas também a disposição de um pai para criar uma criança que finalmente decidem nosso destino.

Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com os quais as enfrentamos podem ser novos. Mas os valores dos quais nosso sucesso depende – trabalho árduo e honestidade, coragem e fair play, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo –, essas cosias são antigas. Essas coisas são verdadeiras. Elas foram a força silenciosa do progresso ao longo de nossa história. O que é exigido então é um retorno a essas verdades. O que é pedido a nós agora é uma nova era de responsabilidade – um reconhecimento por parte de todo americano, de que temos deveres para com nós mesmos, nossa nação e o mundo, deveres que não aceitamos rancorosamente, mas que, pelo contrário, abraçamos com alegria, firmes na certeza de que não há nada tão satisfatório para o espírito e que defina tanto nosso caráter do que dar tudo de nós mesmos numa tarefa difícil.

Esse é o preço e a promessa da cidadania.

Essa é a fonte de nossa confiança – o conhecimento de que Deus nos convoca para dar forma a um destino incerto.

Esse é o significado de nossa liberdade e nosso credo – o motivo pelo qual homens e mulheres e crianças de todas as raças e todas as fés podem se unir em celebração por todo este magnífico local, e também o porquê de um homem cujo pai a menos de 60 anos talvez não fosse servido num restaurante local agora poder estar diante de vocês para fazer o mais sagrado juramento.

Por isso, marquemos este dia relembrando quem somos e o quanto já viajamos. No ano do nascimento da América, no mês mais frio, um pequeno grupo de patriotas se reuniu em torno de fogueiras quase apagadas nas margens de um rio gélido. A capital foi abandonada. O inimigo avançava. A neve estava manchada de sangue. No momento em que o resultado de nossa revolução estava mais incerto, o pai de nossa nação ordenou que estas palavras fossem lidas ao povo: “Que seja contado ao mundo futuro... Que no auge de um inverno, quando nada além de esperança e virtude poderiam sobreviver... Que a cidade e o país, alarmados com um perigo em comum, se mobilizaram para enfrentá-lo.


América. Diante de nossos perigos em comum, neste inverno de nossa dificuldades, deixe-me lembrá-los dessas palavras imortais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes gélidas e suportar as tempestades que vierem. Que os filhos de nosso filhos digam que, quando fomos colocados à prova, nós nos recusamos a deixar esta jornada terminar, que nós não demos as costas e nem hesitamos; e com os olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos a diante o grande dom da liberdade e o entregamos com segurança às gerações futuras.”

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Dois perdidos numa noite suja

O Circuito Credi – Shop traz a São Luís o espetáculo “Dois perdidos numa noite suja”. Considerado uma das obras mais importantes do jornalista, dramaturgo e escritos Plínio Marcos.

Estrelada por Andre Gonçalves e Freddy Ribeiro a peça já foi encenada em Portugal, na França, Alemanha, Inglaterra, Cuba, além de adaptações para Cinema. Segundo a grande critica a peça é mais intensa escrita no Brasil. O texto é de 1966, considerado um dos mais marcantes do Teatro de Arena. A peça conta a história de Paco e Tonho dois operários falidos e semi marginalizados de um Mercado de Peixe do cais do porto. Tonho possui uma grande vontade de crescer na vida e fazer valer todo seu estudo, desenvolvendo todos os seus valores sociais durante a encenação, já Paco é um personagem agressivo e provocador, o oposto de seu companheiro. Na história Tonho se apega a um par de sapatos, que para Plínio Marcos representa os valores materiais da sociedade capitalista, da exaltação da imagem e do encaixe social.A arte representa uma visão da realidade e em tempos de crise econômica “Dois perdidos em uma noite suja” faz uma alusão ao que nos confrontamos todos os dias trazendo através de metáforas o cotidiano de toda uma sociedade.